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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

MODELO DE JOGO


Cnofmorre a ivnetsiagaço rceente, as ltears de uma plavara pdoem ser clocoadas em qqauluer oderm dsede que a pirmiera e a útimla ltrea mnatehnam as saus psiçoeõs. As rsetnetas lerats pdoem ser clocodaas ao clahas, que lmeos na msmea. O fctao é que não lmeos ltera por ltrea,mas lmeos cdaa plavara cmoo um tdoo.

Consegues ler este parágrafo? Claro que sim. Mas porque?
Quem escreveu isto?
Como é que isto está relacionado com o futebol?

Em primeiro lugar é de comum acordo que é fundamental o treinador definir previamente os quadros de referências, regras de gestão e princípios de ação que balizem e direcionem o planeamento da equipa.

Caso não se conheça os jogadores, esses quadros de referência devem ser criados de forma geral e “adaptados”depois ao individual. Caso tenhas possibilidade cria os princípios e depois contrata os jogadores que melhor se adaptem à realidade pretendida.

Relembrando que o Futebol é um jogo coletivo de oposição entre duas equipas mas de cooperação entre os elementos da mesma equipa. Esta cooperação visa a obtenção do GOLO.

Para que esta cooperação seja feita da melhor maneira os jogadores têm de saber (e treinar) “o que fazer” e “o como fazer”, utilizando a resposta motora adequada a cada momento. Destaca-se a perceção, decisão e ação do(s) jogador(es) em cada momento do jogo.

Não basta de todo, treinar com bola… insuficiente, lato e impreciso.

O futebol é um sistema aberto (em interação com o meio) e adaptativo (capacidade de adaptação ao meio). Um sistema é um conjunto de elementos que estabelecem relações entre si, tal como uma equipa de futebol.

Quando assistimos a um jogo de futebol e a uma equipa vemos em primeiro lugar o TODO e só depois o individual (partes).

Deste modo justifica-se como conseguimos ler o parágrafo inicial. Porque vemos o TODO (a palavra em primeiro lugar). A leitura é feita pela palavra e não letra a letra

“trata-se aqui de uma noção tipicamente complexa: quando se vê a unidade, vê-se a diversidade na unidade e quando existe diversidade, procura-se a unidade”
(Morín,1990)

“conhecer as partes sem conhecer o todo, como conhecer o todo sem conhecer particularmente as partes”
(Pascal 1982)
O Todo é maior que a soma das partes
Mourinho
Mas como é que o TODO pode ser maior que a soma das partes?
Simples as letras E, Q, U, I, P, A, isoladas não valem nada, juntas forma a palavra equipa. Num contexto de equipa, quando num determinado momento, a equipa reage TODA da mesma forma, objetivo do treino e do modelo de jogo, adquir um significado específico. Assim “a unidade coletiva não se reduz à justaposição dos seus elementos porque adquire uma identidade global, que “é superior à soma das suas partes constituintes “
(Morín 1997)

domingo, 8 de julho de 2012

Seleção Benfica (1990-1995)


Em primeiro lugar um esclarecimento: Sou Benfiquista.
No final de um treino e já no período de descontração, uma animada conversa levou-nos a uma “intensa” discussão sobre o melhor (pior) dos últimos anos do Benfica. De um onze, passou-se para uma plantel e demos por nós à meia noite ainda a falar de jogadores.

Lembro-me de um Benfica dominador que terminou com a revolução do Sr. Artur Jorge, após o ano do 3 a 6…

Não está em causa os Homens e/ou o seu profissionalismo. Alguns jogadores, até estão nesta lista porque a sangria não tinha sido completa ainda no período selecionado e não havia outros. Outros estão nesta lista pelas pequenas traições que fizeram ao clube. Desta pequena brincadeira, surge a minha seleção do pior do Benfica.

Seleção Benfica (1990-1995)

POSIÇÃO
NOME DO JOGADOR
ANO DE CONTRATAÇÃO
ANO DE DISPENSA
GR
TOMAS
94/95
94/95
GR
VEIGA
95/96
95/96
LATERAIS
AMARAL
94/95
94/95
LATERAIS
MARINHO
95/96
96/97
CENTRAIS
SIMANIC
93/94
93/94
CENTRAIS
PAULÃO
94/95
94/95
CENTRAIS
KING
95/96
95/96
CENTRAIS
PAREDÃO
95/96
97/98
LATERAIS
NELO
94/95
94/95
LATERAIS
PAULO PEREIRA
94/95
95/96
MÉDIOS
TAVARES
94/95
94/95
MÉDIOS
PAIVA
94/95
94/95
MÉDIOS
STANIC
94/95
94/95
MÉDIOS
BRUNO CAIRES
95/96
97/98
MÉDIOS
PAULÃO
95/96
97/98
MÉDIOS
HUGO LEAL
95/96
98/99
AVANÇADOS
LUÍZ GUSTAVO
95/96
96/97
AVANÇADOS
EDGAR
95/96
97/98
AVANÇADOS
HASSAN
95/96
97/98
AVANÇADOS
MARCELO
95/96
95/96
AVANÇADOS
CLÓVIS
94/95
94/95

domingo, 10 de junho de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

Fórmula do sucesso.

Todos os treinadores procuram a sua fórmula do sucesso. Parece-me lógico que estas não existem, mas tento procurar uma aproximação através.
Tratando-se o futebol de um jogo de erros, o seu sucesso depende do aproveitar do erro adversário. Deste modo a implementação de um modelo de jogo e a periodização tático-estragégica pretende a redução desses mesmos erros nos jogos e ao longo da época.

Claro está que é necessário um elevado equilíbrio organizativo e um compromisso geral em torno do objetivo central. Quando duas equipas apresentam um igual equilíbrio e compromisso o que faz a diferença no jogo é o talento. Assim a escolha dos jogadores são um dos fatores fundamentais a ter em conta no início da época.

O acaso não faz a equipa, apesar de o acaso por vezes fazer com que a bola entre ou não. Para quem não estabelece um padrão de comportamentos a equipa surge ocasionalmente. Para quem estabelece um modelo de jogo com princípios reguladores da ação nada é ao acaso.